EntretenimentoNotícias

Conheça as casas de Regina Casé, Adriana Esteves e Taís Araujo em ‘Amor de mãe’

Com a estreia de “Amor de mãe”, no dia 25, novos cenários vão invadir o horário nobre. Com Regina Casé, Taís Araujo e Adriana Esteves dividindo o protagonismo da trama, três casas foram montadas para ajudar a contar as histórias de Lurdes, Vitória e Thelma, respectivamente.

As construções ficam nos novos estúdios da Globo, o MG4, que recebe sua primeira novela. A estrutura recente permite que os cenários sejam fixos, não precisando de desmontagem após cada gravação, o que normalmente acontece nas outras tramas.

Com 180 metros quadrados, a residência da personagem de Regina Casé, que veio do Rio Grande do Norte há 26 anos, abriga não só ela como seus quatro filhos e uma neta. O chefe da produção de arte, Moa Batsow, conta que as pesquisas desse núcleo popular foram feitas em campo.

— Apesar de localizarmos a casa no Passeio, fizemos incursões a São Cristóvão, visitamos vários imóveis, com muita gente e pouco orçamento, para entender a referência visual dessa vida de verdade. A TV é o móvel mais importante da sala, o sofá é o mais caro e as pessoas o protegem com capa ou lençol. Além da mistura de estampas e porcelanato, porque as obras são feitas aos poucos e busca-se o material mais em conta na época — diz o produtor.

Os 220 metros quadrados da casa de Thelma, que reproduz um clássico casarão português de São Cristóvão, tem outra pegada.

— O cenário dela é mais o desenho da história da família do que da personagem. Ela vive num espaço que foi herdado e nunca teve preocupação em redecorar a casa. Muitos móveis estão ali desde a compra do imóvel, então, tem exemplares dos anos 30 para cá — conta Moa.

Já a moradia de Vitória, a maior de todas, com 360 metros quadrados, que na história fica no Leblon, é moderna e bem equipada.

— É uma cobertura que recebeu uma reforma e decoração bem brasileira. Tem móveis de renomados designers, quadros de pintores famosos… Tentamos trabalhar no mobiliário peças de arte e decoração bem brasileiras. Há uma grande sala com mezanino aberto, onde fica o escritório dela, e a cozinha, que tem uma estação que funciona como mesa de jantar e bancada — enumera o profissional, que se sente orgulhoso do trabalho: — Sou bem crítico e acho que ficou bem legal.

Thelma

“Passada de pai para filho, a casa é confortável e sem mudanças em sua configuração. “Ela só atualiza o que precisa. Na cozinha, por exemplo, tem um micro-ondas amarelado que funciona e, do lado, um liquidificador novo só porque o outro estragou”, explica Moa.

Lurdes

“Acho a casa da Lurdes a mais trabalhosa. É mais cheia de nuances, mais viva… É difícil fazer sem ficar caricato. A pobreza pode muito facilmente se tornar caricata quando retratada num cenário. Alcançar esse nível de detalhe, de interferência, foi um pouco mais complexo”.

Vitória

“Gosto da identidade brasileira que a gente colocou no mobiliário da casa. Tem uma parede, na subida da escada, com uma montagem de vários tipos de peneiras indígenas com texturas e cores diferentes. Há uma mesa feita de uma fatia de árvore que tem quase 2 metros de diâmetro”.

Etiquetas
Botão Voltar ao topo
Fechar