Gestão humanizada aumenta produtividade e retém talentos nas corporações

Quem não quer trabalhar sob uma gestão humanizada? Mas há um longo caminho para as empresas se adaptarem

(Crédito: Divulgação)

A gestão humanizada, isto é, um olhar mais atento para o capital humano (funcionários) da empresa, passou a ser adotada em muitas corporações brasileiras. Prova disso são os diferentes tipos de benefícios oferecidos, que vão muito além de agrados financeiros, como terapia, sessões de massagem, auxílio-creche, home office e outros. Mas qual o verdadeiro objetivo de uma gestão humanizada e como é possível vivenciar essa nova realidade?

De maneira simplificada, o propósito da gestão humanizada é valorizar o relacionamento, a interação e o bem-estar de todos os colaboradores em prol de uma maior produtividade. Ou seja, é preciso que o colaborador se sinta valorizado pela empresa e isso o motive a ser ainda mais produtivo em sua rotina de trabalho.

Outro ponto benéfico desta nova visão é que, diante da intensa competitividade do mercado de trabalho em busca de profissionais polivalentes, a retenção de talentos é conquistada. Assim, um ambiente de trabalho amistoso, um incentivo na prática de hobbies e atividades físicas e a preocupação para que o funcionário tenha uma vida pessoal e profissional mais equilibrada faz toda a diferença ao chegar a hora de escolher ficar ou ir embora. 

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Essa nova política, no entanto, muito mais moderna e empática do que qualquer outra em termos empregatícios na história, provoca mudanças intensas em toda a base de uma corporação, independentemente do seu tamanho ou tempo de mercado. É necessário, por exemplo, começar todo o processo contratando pessoas especialistas em pessoas. Assim, tanto nas faculdades de psicologia, quanto em gestão de recursos humanos EAD/presencial, o formando já aprende a entender o outro ser humano e lidar da melhor maneira com cada indivíduo. Isso é considerado um diferencial no novo ambiente corporativo proposto. 

Como fazer a gestão humanizada acontecer?

O primeiro passo, como já foi dito, é formar uma equipe de RH humana, ou seja, que enxerga o funcionário como o capital humano que ele é, precioso para a organização. Outro ponto é criar incentivos, que devem (necessariamente) estar ligados ao que os profissionais, de fato, gostam. Liberar bebidas alcóolicas após às 18h, incentivando que o colaborador fique mais tempo na empresa, por exemplo, pode não ser prioridade e nem um pouco motivador para um pai de família. 

Na sequência, criar canais de comunicação para que os funcionários se expressem e sejam ouvidos é igualmente importante. Com feedbacks de quem vivencia o dia a dia, será possível construir um ambiente muito mais aceitável a todos. O segredo para implantar uma gestão humanizada é conhecer o colaborador, valorizá-lo por suas competências, investir para que cresça e lhe dar motivos para ficar. Parece muito? Mas não se compara aos retornos financeiros em maior produtividade e retenção de talentos que se seguirão. 

Redação

Sobre o autor : Esta notícia foi publicada por um dos redatores do SeuJornal,não significa que foi escrita por um deles, na maioria dos casos, foi apenas editada.
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